Fala, galera! Depois de um bom tempo, conseguimos voltar a escrever no blog. Não demos conta de postar durante a viagem e mesmo depois de voltar demos aquela enrolada. Acho que agora as coisas acalmaram e podemos voltar à nossa aventura.
Talvez um dos melhores parques deste passeio tenha sido o Islands of Adventure. Foi repleto de emoções e boas surpresas. Que o diga meu filho, Biel, que conseguiu ver de perto, pegar autógrafo e bater fotos com boa parte de seus heróis favoritos, como Capitão América, Homem-Aranha e Wolverine. Acho que esse foi o parque que mais o alegrou, pois ele conversou com os heróis, os viu chegar em suas motos e acabou ganhando vários brinquedos temáticos!
Falando agora de atracões: neste parque encontra-se o simulador mais animal de todos que tivemos a oportunidade de ir, o do Harry Potter. É simplesmente sensacional! Confesso que fiquei um pouco tenso na hora, pois não sabia o que esperar e como tenho um pouco de “receio” dessas coisas, a ansiedade bateu forte. Mas foi só sentar no carrinho e a parada começar, para perceber o que vinha pela frente.
Em boa parte do tempo deste simulador vc fica como se estivesse voando na vassoura de Harry Potter. A tela gigante à nossa frente e os movimentos do carrinho realmente dão a impressão de estar lá, em uma cena do filme. É sensacional. Por isso durante todo o ano, como constatamos com uma funcionária do parque, é o brinquedo mais disputado, assim como toda a parte que diz respeito ao Harry Potter. Enfrentamos 60 minutos de fila, mas nem sentimos, pois a espera é interativa. Você entra em Hogwarts, conhece a escola, vê o holograma de Hermione, Harry e Ronnie que dá a impressão de que eles estão de fato ali, além de toda a estrutura da escola, os quadros, a estatua de Dumbledore. Vale a pena! Além deste simulador, experimentamos a ButterBeer, que nada mais é do que um frozen muito bom também e tentamos visitar alguns lugares, mas é bem complicado de andar pela quantidade de pessoas. 70% das pessoas que visitam o Islands, ficam concentradas nesta ala, e como estávamos com o Biel, que não se interessa muito por Potter, continuamos a visitar o parque.
Outro bom simulador no Islands, e que também me tirou o fôlego, foi o do Jurrasic Park. Não gosto dessas paradas tipo Montanha Russa ou algo com uma grande queda, mas não pude deixar de ir neste brinquedo. Vc entra em um pequeno barco com capacidade para umas 10 pessoas e começa um passeio até que tranquilo pelo Jurassic Park, como vemos no filme, vendo vários dinossauros. Então, como no filme, entramos numa parte que foi tomada pelos carnívoros, algo tipo uma caverna escura e começamos a subir.
Uma subida lenta, com alguns sustos e novamente um monte de efeitos especiais. Comecei a gelar! Aí no final, bem de frente, aparece um T-Rex gigante como se fosse atacar o barco e aí o main finalle: uma puta queda!Na descida, eu simplesmente perdi o fôlego! Não consegui respirar e nem me mexer pelos míseros 5 segundos. O fato de que a queda é na água nem me incomodou. A foto que é batida durante a queda me pegou em pleno momento de desespero. Apesar disso, valeu muita a pena.
Outras boas atrações foram o simulador 4D do Homem-Aranha e um dos brinquedos do Toon Lagoon, que consiste em um passeio de barco do Popeye. Não teve como sairmos secos dali!! Tivemos que gastar 5 dolares por 10 minutos no People Dryer para secar alguma coisa, já que ficamos totalmente ensopados. Enfim, esse é um parque que vale a pena, com certeza!
Já o Magic Kingdom foi uma decepção… é o parque mais infantil e lotado de todos! Infantil, pois as atrações são realmente voltadas para público infanto-juvenil, e lotado… bem, já conto o porquê.
Logo que chegamos (e nesse dia fomos um pouco mais tarde, pois queríamos pegar o show de fogos que ocorre à noite, às 21h), vimos (de longe) a Parada “Move it! Shake it! Celebrate it!”, com os personagens clássicos da Disney: Mickey, Pateta, Pluto, Pato Donald e cia. É uma Parada em que há muita música, dança e uma interação bem bacana dos personagens com as crianças, e isso ocorre bem na praça em frente ao castelo.
Dali fomos para Adventureland, e visitamos a casa da família Robinson, que foi construída em cima de uma árvore. Legal, porém nada de mais. Em seguida, fizemos um passeio em uma embarcação de dois andares (Liberty Square Riverboat), no qual demos uma volta em um lago… de novo, nada de mais. Fomos tbm em um outro passeio de barco (Jungle Cruise), em uma selva com “falsos” animais. Muito bem feito, mas se você já foi no Animal Kingom e fez o passeio para ver animais de verdade, é perda de tempo ir neste. Além do mais, nossa guia falava mais que a boca e tentava ser engraçada! No final queríamos jogar a mocinha na lagoa – hehehehe. Às 15h, o parque pára, pois é a hora da Parada tradicional “Celebrate a dream come true”, que é bem mais bonita e interessante.
Ficamos em uma posição muito boa e o Gabriel pôde ver vários personagens bem de pertinho. Inclusive aconteceu um evento interessante: a madrasta da Cinderela chegou na frente do Gabriel, olhou na cara dele e começou a fingir que ele era um príncipe e depois apresentou as filhas dela… hueahuehuea. Claro que a timidez dele falou mais alto e ele apenas soltou um sorriso maroto, se encolheu e saiu de perto. Foi nesta parada que também percebemos que o Magic Kingdom é mais voltado para as meninas, pois tem muitas atrações com princesas e tal.
Depois disso tudo, Biel, Jac e eu nos separamos do resto da galera e levamos o filhote ao Fantasyland para que ele pudesse se divertir mais, e depois iríamos a Tomorrowland para ele ver o Buzz Lightyear. Combinamos com os sogros e cunhados que nos encontraríamos na praça principal as 19h para assistirmos à parada Main Street Eletrical Parade e à queima de fogos. Quando chegamos à Fantasyland, percebemos o quanto o parque estava lotado. Sabíamos que estava cheio, mas acho que a criançada se concentrava deste lado do parque. Ficamos 80 minutos na fila para passear de barco (pois é, de novo!!) na atração “It’s a small world”. É um passeio meio que subterrâneo para vermos bonecos cantando de acordo com diversos países. O Biel adorou, mas para variar, nada de mais. Depois, fomos ao “Peter Pan’s Flight” – mais 60 minutos de fila e 5 minutos de passeio. Neste momento, já teríamos que voltar, pois eram quase 18h30 e já havia escurecido. Teríamos que atravessar o Castelo da Cinderela para chegar ao ponto de encontro, mas neste momento, a entrada fechou! Começamos a andar no meio daquela imensidão de gente à procura do pessoal e a patroa já estava ficando desesperada. Pensamos: já era, vamos ver os fogos sozinhos daqui, e tentaremos encontrar o povo no estacionamento (depois de pegar a balsa e andar pra cacete). Então resolvemos passar pela ponte principal para assistir ao show. E foi neste momento que voilá! Lá estavam os pais da Jac, sister e cunhado. Um alívio para dona Jacque e tbm para o sogro, que já estava preocupado com o neto. Aproveito para dar uma dica: comprem um rádio comunicador, do tipo Walkie-Talkie, daqueles de U$30. É uma mão na roda! Infelizmente, fizemos isso apenas nos últimos dias de viagem.
Bem, depois disso, acalmamos, comemos um lanche e esperamos a Parada. A Electrical Parade é show, pois os carros são iluminados. É muito belo!
Depois, apagam-se as luzes do parque e começa o tão esperado show de fogos. O Castelo começa a pegar cores, formas, Sininho desce num cabo de aço, e surgem os fogos. Um momento único e emocionante! Mais do que tudo aquilo que sempre vimos na TV, e bem ali de perto! Acho que foi quase 1 hora de show. Não pode piscar para não perder nada! Toda a correria e o pouco aproveitamento do parque, pois não vimos 10% das atrações, foram compensadas pelos fogos. Bom, nada comparado à queima de fogos do Timão na final da Libertadores, maaas … tá valendo! hehehehe. Outra dica: a Disney costuma fazer pacote quando se compram ingressos para os 4 parques da Disney World. Compre os 4 ingressos, mas se você não curte essas paradas infantis, vá ao Magic Kingdom só para a queima de fogos (meu cunhado é um que não volta mais). Ou então faça 2 visitas: 1 para ver o parque (e já selecione as atrações) e volte outro dia para o show de fogos.
Na saída do parque, pensamos “estes norte-americanos são bons no que fazem e tal, mas quero ver como vão lidar com a saída em massa desse bando de gente”. A nossa situação tava sinistra, pois o peso-pena do meu filho dormiu e teríamos que levá-lo no colo até o carro (imaginem-se carregando 30kg de uma criança esparramada no colo). Revezei com o sogro, pegamos uma filinha mais ou menos para chegar à balsa, depois pegamos o trenzinho e chegamos ao carro. Dia seguinte as costas quase pediram arrego! hehehe. Mas tenho que admitir que os gringos são bem organizados! A saída foi lenta, mas organizada e excepcional! Chegamos no hotel arrebentados e com o sentimento de que poderíamos ter nos organizado melhor para visitarmos este parque, pois foi o único que foi pouco aproveitado. Quem sabe a gente não volte em uma próxima oportunidade mais bem preparados.
O post de hoje está mais longo, mas é porque estamos tentando passar o melhor, ou pelo menos o mais importante, destes dois parques para que o passeio de vocês seja ainda melhor que o nosso.
Novamente, nos desculpem pela demora em um novo post. Esperamos conseguir escrever o restante neste feriado. Não sabíamos que nossa falta estava sendo sentida e foi legal saber que haviam pessoas na expectativa, e que nos cobraram histórias de nossa aventura. A audiência está sendo melhor que o esperado! Ficamos felizes e mais do que satisfeitos com isso.
Deixem seus recados e nos visitem novamente em alguns dias, pois novos posts virão com certeza!
Um grande abraço.

















