Islands of Adventure e Magic Kingdom

Fala, galera! Depois de um bom tempo, conseguimos voltar a escrever no blog.  Não demos conta de postar durante a viagem e mesmo depois de voltar demos aquela enrolada. Acho que agora as coisas acalmaram e podemos voltar à nossa aventura. 

Talvez um dos melhores parques deste passeio tenha sido o Islands of Adventure. Foi repleto de emoções e boas surpresas. Que o diga meu filho, Biel, que conseguiu ver de perto, pegar autógrafo e bater fotos com boa parte de seus heróis favoritos, como Capitão América, Homem-Aranha e Wolverine. Acho que esse foi o parque que mais o alegrou, pois ele conversou com os heróis, os viu chegar em suas motos e acabou ganhando vários brinquedos temáticos!

Falando agora de atracões: neste parque encontra-se o simulador mais animal de todos que tivemos a oportunidade de ir, o do Harry Potter. É simplesmente sensacional! Confesso que fiquei um pouco tenso na hora, pois não sabia o que esperar e como tenho um pouco de “receio” dessas coisas, a ansiedade bateu forte. Mas foi só sentar no carrinho e a parada começar, para perceber o que vinha pela frente.

Em boa parte do tempo deste simulador vc fica como se estivesse voando na vassoura de Harry Potter. A tela gigante à nossa frente e os movimentos do carrinho realmente dão a impressão de estar lá, em uma cena do filme. É sensacional. Por isso durante todo o ano, como constatamos com uma funcionária do parque, é o brinquedo mais disputado, assim como toda a parte que diz respeito ao Harry Potter. Enfrentamos 60 minutos de fila, mas nem sentimos, pois a espera é interativa. Você entra em Hogwarts, conhece a escola, vê o holograma de Hermione, Harry e Ronnie que dá a impressão de que eles estão de fato ali, além de toda a estrutura da escola, os quadros, a estatua de Dumbledore. Vale a pena! Além deste simulador, experimentamos a ButterBeer, que nada mais é do que um frozen muito bom também e tentamos visitar alguns lugares, mas é bem complicado de andar pela quantidade de pessoas. 70% das pessoas que visitam o Islands, ficam concentradas nesta ala, e como estávamos com o Biel, que não se interessa muito por Potter, continuamos a visitar o parque.

Outro bom simulador no Islands, e que também me tirou o fôlego, foi o do Jurrasic Park. Não gosto dessas paradas tipo Montanha Russa ou algo com uma grande queda, mas não pude deixar de ir neste brinquedo. Vc entra em um pequeno barco com capacidade para umas 10 pessoas e começa um passeio até que tranquilo pelo Jurassic Park, como vemos no filme, vendo vários dinossauros. Então, como no filme, entramos numa parte que foi tomada pelos carnívoros, algo tipo uma caverna escura e começamos a subir.

Uma subida lenta, com alguns sustos e novamente um monte de efeitos especiais. Comecei a gelar! Aí no final, bem de frente, aparece um T-Rex gigante como se fosse atacar o barco e aí o main finalle: uma puta queda!Na descida, eu simplesmente perdi o fôlego! Não consegui respirar e nem me mexer pelos míseros 5 segundos. O fato de que a queda é na água nem me incomodou. A foto que é batida durante a queda me pegou em pleno momento de desespero. Apesar disso, valeu muita a pena.

 

Outras boas atrações foram o simulador 4D do Homem-Aranha e um dos brinquedos do Toon Lagoon, que consiste em um passeio de barco do Popeye. Não teve como sairmos secos dali!! Tivemos que gastar 5 dolares por 10 minutos no People Dryer para secar alguma coisa, já que ficamos totalmente ensopados. Enfim, esse é um parque que vale a pena, com certeza!

Já o Magic Kingdom foi uma decepção…  é o parque mais infantil e lotado de todos! Infantil, pois as atrações são realmente voltadas para público infanto-juvenil, e lotado… bem, já conto o porquê.

Logo que chegamos (e nesse dia fomos um pouco mais tarde, pois queríamos pegar o show de fogos que ocorre à noite, às 21h), vimos (de longe) a Parada “Move it! Shake it! Celebrate it!”, com os personagens clássicos da Disney: Mickey, Pateta, Pluto, Pato Donald e cia. É uma Parada em que há muita música, dança e uma interação bem bacana dos personagens com as crianças, e isso ocorre bem na praça em frente ao castelo.

Dali fomos para Adventureland, e visitamos a casa da família Robinson, que foi construída em cima de uma árvore. Legal, porém nada de mais. Em seguida, fizemos um passeio em uma embarcação de dois andares (Liberty Square Riverboat), no qual demos uma volta em um lago… de novo, nada de mais. Fomos tbm em um outro passeio de barco (Jungle Cruise), em uma selva com “falsos” animais. Muito bem feito, mas se você já foi no Animal Kingom e fez o passeio para ver animais de verdade, é perda de tempo ir neste. Além do mais, nossa guia falava mais que a boca e tentava ser engraçada! No final queríamos jogar a mocinha na lagoa – hehehehe. Às 15h, o parque pára, pois é a hora da Parada tradicional “Celebrate a dream come true”, que é bem mais bonita e interessante.

Ficamos em uma posição muito boa e o Gabriel pôde ver vários personagens bem de pertinho. Inclusive aconteceu um evento interessante: a madrasta da Cinderela chegou na frente do Gabriel, olhou na cara dele e começou a fingir que ele era um príncipe e depois apresentou as filhas dela… hueahuehuea. Claro que a timidez dele falou mais alto e ele apenas soltou um sorriso maroto, se encolheu e saiu de perto. Foi nesta parada que também percebemos que o Magic Kingdom é mais voltado para as meninas, pois tem muitas atrações com princesas e tal.

 

Depois disso tudo, Biel, Jac e eu nos separamos do resto da galera e levamos o filhote ao Fantasyland para que ele pudesse se divertir mais, e depois iríamos a Tomorrowland para ele ver o Buzz Lightyear. Combinamos com os sogros e cunhados que nos encontraríamos na praça principal as 19h para assistirmos à parada Main Street Eletrical Parade e à queima de fogos. Quando chegamos à Fantasyland, percebemos o quanto o parque estava lotado. Sabíamos que estava cheio, mas acho que a criançada se concentrava deste lado do parque. Ficamos 80 minutos na fila para passear de barco (pois é, de novo!!) na atração “It’s a small world”. É um passeio meio que subterrâneo para vermos bonecos cantando de acordo com diversos países. O Biel adorou, mas para variar, nada de mais. Depois, fomos ao “Peter Pan’s Flight” – mais 60 minutos de fila e 5 minutos de passeio. Neste momento, já teríamos que voltar, pois eram quase 18h30 e já havia escurecido. Teríamos que atravessar o Castelo da Cinderela para chegar ao ponto de encontro, mas neste momento, a entrada fechou! Começamos a andar no meio daquela imensidão de gente à procura do pessoal e a patroa já estava ficando desesperada. Pensamos: já era, vamos ver os fogos sozinhos daqui, e tentaremos encontrar o povo no estacionamento (depois de pegar a balsa e andar pra cacete). Então resolvemos passar pela ponte principal para assistir ao show. E foi neste momento que voilá! Lá estavam os pais da Jac, sister e cunhado. Um alívio para dona Jacque e tbm para o sogro, que já estava preocupado com o neto. Aproveito para dar uma dica: comprem um rádio comunicador, do tipo Walkie-Talkie, daqueles de U$30. É uma mão na roda! Infelizmente, fizemos isso apenas nos últimos dias de viagem.

Bem, depois disso, acalmamos, comemos um lanche e esperamos a Parada. A Electrical Parade é show, pois os carros são iluminados. É muito belo!

Depois, apagam-se as luzes do parque e começa o tão esperado show de fogos. O Castelo começa a pegar cores, formas, Sininho desce num cabo de aço, e surgem os fogos. Um momento único e emocionante! Mais do que tudo aquilo que sempre vimos na TV, e bem ali de perto! Acho que foi quase 1 hora de show. Não pode piscar para não perder nada! Toda a correria e o pouco aproveitamento do parque, pois não vimos 10% das atrações, foram compensadas pelos fogos. Bom, nada comparado à queima de fogos do Timão na final da Libertadores, maaas … tá valendo! hehehehe. Outra dica: a Disney costuma fazer pacote quando se compram ingressos para os 4 parques da Disney World. Compre os 4 ingressos, mas se você não curte essas paradas infantis, vá ao Magic Kingdom só para a queima de fogos (meu cunhado é um que não volta mais). Ou então faça 2 visitas: 1 para ver o parque (e já selecione as atrações) e volte outro dia para o show de fogos.

Na saída do parque, pensamos “estes norte-americanos são bons no que fazem e tal, mas quero ver como vão lidar com a saída em massa desse bando de gente”. A nossa situação tava sinistra, pois o peso-pena do meu filho dormiu e teríamos que levá-lo no colo até o carro (imaginem-se carregando 30kg de uma criança esparramada no colo). Revezei com o sogro, pegamos uma filinha mais ou menos para chegar à balsa, depois pegamos o trenzinho e chegamos ao carro. Dia seguinte as costas quase pediram arrego! hehehe. Mas tenho que admitir que os gringos são bem organizados! A saída foi lenta, mas organizada e excepcional! Chegamos no hotel arrebentados e com o sentimento de que poderíamos ter nos organizado melhor para visitarmos este parque, pois foi o único que foi pouco aproveitado. Quem sabe a gente não volte em uma próxima oportunidade mais bem preparados.

O post de hoje está mais longo, mas é porque estamos tentando passar o melhor, ou pelo menos o mais importante, destes dois parques para que o passeio de vocês seja ainda melhor que o nosso.

Novamente, nos desculpem pela demora em um novo post. Esperamos conseguir escrever o restante neste feriado. Não sabíamos que nossa falta estava sendo sentida e foi legal saber que haviam pessoas na expectativa, e que nos cobraram histórias de nossa aventura. A audiência está sendo melhor que o esperado! Ficamos felizes e mais do que satisfeitos com isso.

Deixem seus recados e nos visitem novamente em alguns dias, pois novos posts virão com certeza!

Um grande abraço.

Universal Studios e Sea World

É pessoal, achei que ia conseguir escrever algo aqui todo dia, mas preciso confessar que não estou dando conta. Costumamos sair de casa cedo para visitar os parques e como depois sempre passamos em um shopping ou outlet, chegamos ao hotel tão cansados que queremos comer e dormir. Por isso, esta rotina não dá ânimo para escrever. Mas hoje farei isso no matter what, afinal de contas, foram 4 dias de passeios simplesmente incríveis! Eu e a Jacque não conseguiremos falar de todos aqui hoje, mas falaremos de 2 deles: Universal Studios e Sea World. Enjoy it!

Bom, em nosso terceiro dia de viagem, fomos ao Universal Studios, um parque que nos emocionou do começo ao fim! A cada passo uma nova atração, uma sensação diferente,  sempre vendo algo novo para conhecer e nos emocionar. Neste parque, as melhores lembranças serão as dos famosos simuladores: atrações em 3D e 4D com imagens e movimentos que nos levam para dentro da atração.

Logo de cara, fomos ao Simulador dos Simpsons. Não tínhamos ideia do que nos esperava e pensávamos que seria infantil. Que nada, a parada é muito fera! É um simulador 4D em uma tela gigante com movimentos que reproduzem um passeio pelo lugar de trabalho de Homer, mas o carrinho sai voando e a gente se depara com várias situações inusitadas. Vc sai de lá tonto, é fato, mas é sensacional!

Em seguida, fomos ao simulador do MIB, que não é bem um simulador, apesar de simular o treinamento de um agente da MIB. Eu e Jac sentamos em um carrinho, e nossa missão era seguir as instruções dos treinadores e “matar” os alienígenas com um revolver a laser. Foi divertido, e dependendo da quantidade de pontos, você estava qualificado à agência Men In Black!

Logo depois, foi a vez do simulador baseado no filme Twister. Esse é super tranquilo e na verdade, a ideia é colocar a gente no meio de um furacão. Os efeitos são incríveis e mostra de maneira bem realista o estrago que um tornado pode fazer.

Depois foi a vez de enfrentar fila, pois no Universal, para “furar fila” você tem que pagarpelo Express, ao contrário do Fast Pass dos parques Disney, que você pega próximos às atrações, sem precisa desembolsar nada. Por ser um brinquedo novo, o simulador do Despicable Me, baseado no desenho Meu Malvado Favorito, foi concorrido. Ficamos 1h ali, mas valeu a pena. É sem dúvida um dos TOPs do parque. Como o Biel gostou muito do desenho, o levamos achando que ele ia adorar a atração. Nos enganamos: ele não curtiu nada. Descobrimos que ele não gosta de barulho, música muito alta e situações que o assustam, então este tipo de brinquedo é tortura para ele. Ele entrou com a gente, mas ficou sem os óculos, de olhos fechados na maior parte do tempo e com a cabeça no colo da Jac. Tadinho do meu filhote! Mas depois fizemos um agrado, ele tirou foto com o Minion e o trauma passou. Mas depois desta, ficamos espertos e não o levamos mais em brinquedos deste tipo – infelizmente. Terei que voltar quando ele estiver maior!!!

Por último, foi a vez do simulador 4D do Shrek. Apesar de ser um dos mais tranquilos no quesito ação, a emoção é a mesma!

Escolhemos uma época muito boa para vir aos EUA e os parques não estão tão lotados! Até mesmo as montanhas-russas estavam tranquilas, o que não faz muita diferença para mim, pois não fui em nenhuma por conta do meu (cagaço) médico, que não permite esse tipo de aventura. Porém meus cunhados conseguiram se divertir bastante na Hollywood RIP Ride… E este foi o Universal Studios!

Em nosso quarto dia, fomos ao Sea World. Aqui o passeio foi mais tranquilo, pois o parque é pequeno e o público é bem mais familiar, com crianças menores. Emendamos um show atrás do outro (foram 4 no total, com intervalos de 1h entre um e outro), e depois ficamos mais tranquilos para aproveitar o resto das atrações.

Iniciamos com o espetáculo Blue Horizons – o show dos Golfinhos. Emocionante! O Gabriel ficou em êxtase do começo ao fim! É incrível o que esses animais fazem no show! Uma surpresa foi a participação das aves!! Como é que se treina esses bichos????

O segundo show foi o das focas Clyde & Seamore, e foi mais interativo, com diálogos e um enredo (se você não fala inglês, vai boiar, pois é cheio de piadinhas… Gabriel quase nem prestou atenção). Foi uma apresentação num espaço menor, sem ação nem saltos, afinal de contas, não dá pra esperar muito das focas, mas foi um show engraçado principalmente por conta de um  artista vestido de pirata que fazia mímicas e tirava sarro daqueles que estavam chegando e precisavam se acomodar no Stadium. Ele deu um show à parte, zoando com a cara da galera! Depois que ele saiu, acredito que o que mais chamou a atenção foi uma lontra pequena que fez parte do espetáculo e um leão marinho gigante que apareceu no final.

O terceiro show foi o da baleia Shamu. Este é o principal espetáculo do parque e só acontece 2 vezes por dia: ao meio-dia e às 17h30. Foi sensacional! É incrível ver uma baleia daquele tamanho treinada e preparada para fazer movimentos que nos parecem impossíveis de serem realizados, como dar saltos mortais, jogar água na platéia e fazer poses para o público, de maneira coreografada. O que nos chamou a atenção também foi o patriotismo dos norte-americanos: antes do espetáculo, eles prestaram homenagem aos militares e a galera foi ao delirio, aplaudindo, gritando e saudando os “heróis que lutam pela nossa liberdade” (palavras da apresentadora!).

O quarto e último foi a apresentação Allure, um espetáculo circense sobre um conto de pescador. Bonito, mas não tem comparação com os shows com animais.

Dali, fomos ao Mission Artic. Ele simula um vôo de helicóptero pelo Ártico que enfrenta todos os contra-tempos devido à tempestades e avalanches, até aterrissar na base! A temperatura no lugar é mais baixa, e dá a impressão de que está de noite. Ali vimos baleias Beluga, um urso polar (que ficou dormindo o tempo todo) e um leão marinho gigante. Fizemos o passeio duas vezes: uma de helicoptero e outra a pé, porque queríamos que o Biel visse os bichos e não queríamos traumatizá-lo ainda mais.

Passamos pelo aquário dos Tubarões e em seguida fomos ao Dolphins Cove alimentar os golfinhos ($7 por 3 sardinhas!!!). Saiu caro, mas valeu a pena!! É uma sensação muito boa poder estar ali ao lado desses bichos, apesar do receio daqueles dentes afiados quando colocávamos o peixe para que eles viessem. Foi uma pena o Gabriel ter ficado com medo e não ter conseguido passar a mão nos Flippers.

Por último, foi ao Turtle Trek, um simulador 3D em 360º novo do parque e que nos faz ver o mundo através dos olhos de uma tartaruga, desde o seu nascimento até o momento em que ela volta ao mesmo local para botar seus ovos! Sensacional!! E este foi o Sea World!

Já visitamos o Island of Adventure, e hoje fomos ao Magic Kingdom … Mas falarei sobre eles amanhã (ou depois, dependendo da canseira, hehe). Aguardem cenas dos próximos capítulos.

Um abraço!

Shopping and Animal Kingdom

Hey there! How’s it going?
Hoje é a minha – Jac – vez de narrar nossa aventura na Florida!
Quando as pessoas falavam que a viagem para Orlando era A melho de todas, eu achava exagero, afinal existem tantos lugares legais no mundo, mas tenho que admitir que tudo aqui é sensacional – e olha que só se passaram dois dias! As pessoas são educadas, o transito flui, a organização é de primeiro mundo e o preço dos “goods” é de deixar a gente com raiva. Mas deixe-me continuar com o diário de bordo que o Gu começou para contar mais um pouco de nossas peripércias :)
Como sabem, dormimos das 6h as 9h ontem, mas levantamos no pique, afinal no nosso “schedule”, o passeio do primeiro dia seria revigorante: COMPRAS!

Chegamos ao Orlando Premium Outlet na Vineland Avenue às 10h30 e estacionamos o carro num “spot” muito bom, próximo da entrada. Logicamente, piramos o cabeção!! A Nike estava com preços ótimos. Santo cunhado viu a placa de “sale” na frente da loja Van Heusen e resolveu entrar. Foi um achado e fizemos a festa! Depois passamos na Tommy, GAP, Ralph Lauren e Levis. É claro que para o Gabriel aguentar a maratona de compras “no stress”, passamos na Toys R us! A diferença de preço é gritante, e ele aproveitou.

Saimos do outlet as 18h30 e fomos ao Walmart para encher o frigobar e comprar guloseimas. Mamis, que sabe das coisas, comprou pães e frios e fez lanchinhos para todos nós no quarto dela, pois estávamos muito cansados para sair para jantar. Gu e Matheus foram ainda a Apple Store, depois de nos deixarem no hotel. Meu marido não podia esperar mais nenhum minuto para comprar os “eletronic devices” dele, afinal esta loja é a sua Toys R us!

Depois de andar sem parar nas lojas, hoje foi dia de passear no Animal Kingom. É interessante falar que, antes de viajarmos, procuramos saber opiniōes de amigos sobre os parques. A grande maioria disse que o AK não era tão legal e não tinha tanta coisa. Mesmo assim, pelo Biel que adora animais e pelo fato de compensar comprar os quatro ingressos da Disney ao invés de 2 ou 3, incorporamos o parque ao nosso cronograma, mas o colocamos no primeiro dia, pois já que ele não é o melhor, seria bom não darmos margem para comparação com grandes parques como Universal e Magic Kingdom. E devo dizer que foi uma ótima estratégia, porque saímos com uma boa impressão de lá. Ao entrarmos, fomos direto ao filme 4D do ‘It’s tough to be a bug’. Os adultos adoraram, mas o Gabriel assustou pra caramba. Desaconselho para crianças sensíveis, porque por ser muito real, assusta, e com ele não foi diferente. De lá, passamos na Dinoland e depois assistimos ao musical ‘Finding Nemo’ que é lindo, e que serviu para acalmar o baixinho. Cunhado e irmã, corajosos, desceram a montanha russa Expedition Everest, e Biel, Gu, papi e mami nos molhamos no Kali River Rapids (Fast Pass nos poupou grandes filas, já que o parque estava cheio). Passamos pelos trechos da Asia, onde vimos tigres e morcegos gigantes, almoçamos e Gabriel tirou uma sonequinha, e da Africa, onde eu e sis dançamos música típica no meio do povo, e todos nós fizemos o Kilimanjato Safari, onde vimos rinocerontes, girafas, elefantes e mais um monte de bicho. Para finalizar, assistimos ao ‘Festival of the Lion King’, que também foi muito bonito!

Passamos ainda na Best Buy antes de voltar ao hotel, e jantamos no Ale House, restaurante de frutos do mar com preço muito bom, e onde o povo assistia – e torcia – o campeonato universitário de futebol americano.

Agora me preparo para dormir, pois amanhã é dia de UNIVERSAL e preciso descansar!!

See you soon!

Enfim na Flórida

Ah moleque, finalmente em território norte-americano! Não há como negar que foi uma viagem longa e cansativa, mas isso foi o de menos. Estamos aqui para curtir.

O nosso cronograma para a quinta-feira, 18/10, foi o seguinte: acordamos às 2h30 e às 03h15 estávamos na estrada com destino a São Paulo. Chegamos ao aeroporto de Congonhas cedo e o embarque aconteceu normalmente, às 8h15. Como falei em posts anteriores, tenho um medo descomunal de viajar de avião. As horas que antecedem o vôo costumam ser uma tortura para mim, mas com muita fé e pensamento positivo, subi no avião relativamente tranquilo. Decolamos por volta das 8h30 e depois de 5 horas e meia, chegamos ao primeiro destino: Bogotá. Este trecho estava indo muito bem, com turbulências toleráveis. Eu estava super tranquilo, muito melhor do que esperava, porém (sempre tem um “porém”) ao iniciar o processo de descida do avião, aconteceu a merda. O avião desestabilizou e teve uma queda livre de poucos segundos que foram o suficiente para a galera do avião gelar, se segurar literalmente na poltrona e soltar gritinhos de preocupação. Para mim, a parada foi sinistra, pois eu ainda nunca havia passado por isso  na vida. Toda a minha tranquilidade foi por água abaixo! O que me acalmou um pouco foi que em menos de 5 minutos estávamos no solo porque se tivesse mais tempo no ar, eu tava lascado – e borrado, certeza! hehehehhehe.
Passado o susto, descemos do avião por volta das 13h (horário de Bogotá) e ficamos no aeroporto  esperando o vôo para Miami, que sairia às 18h15. Estava preocupado com o Biel, pois ele está acostumado com avião e se comporta muito bem no ar, mas ficar no aeroporto de Bogotá (que é não é dos melhores) por 5h seria exigir demais da criança. Minha salvação foi ter comprado um baralho dos Vingadores no Duty Free para ele jogar rouba-monte. Na verdade, foi a salvação de todo mundo, porque isso nos entreteu por uns bons momentos numa das salas de espera – além dos gibis da turma da Monica.
Apesar de o próximo vôo não ser seguido do anterior, eu não consegui ficar tranquilo depois daquela queda livre. Aquilo me deixou mais ansioso ainda para o último trecho e, para piorar a situação, aconteceu uma parada muito sinistra comigo assim que entramos na fila para o embarque para Miami. Estávamos nesta fila com passaportes e passagens na mão quando uma funcionária do aeroporto começou a chamar “Gustavo Moraes”. Me apresentei, sem saber porque me chamavam, e a mulher me mandou acompanhá-la. “PQP !!!! Que merda que eu fiz?”, me perguntei! Entrei na sala de embarque e fui para um canto logo na entrada, onde tinha um outro funcionário com luvas, me esperando. Fui descobrir que iam inspecionar minha bagagem de mão e eu também. Pensei o pior, apesar de não ter nada a temer. Achei que tivessem plantado alguma coisa na minha mala, afinal estávamos na Colombia. Tive de tirar o sapato e o cinto, esvaziar os bolsos da calça, abrir a mala de mão que estava comigo, retirar tudo o que estava lá dentro e eles inspecionaram item por item. Um dos funcionários passou um papel branco no meus dedos, na mala e em todos os objetos para, possivelmente, checarem vestígios de droga. É uma situação horrível, de impotência e de desespero, mesmo que você tão tenha feito nada. Depois de me revistarem geral, com todo mundo da sala de embarque me olhando, me liberaram sem falar nada e eu, claro, nem quis me atrever a perguntar o porquê. Depois descobri que é procedimento padrão, e que selecionam algumas pessoas para inspeção aleatoriamente. Depois de mim, um senhor, uma senhora e um moça passaram pela mesma situação. Dei um baita azar de ser o primeiro e de ter que passar por isso, o que só piorou o meu estado de espírito para a viagem para Miami. No entanto, este trecho de 3 horas e meia em direção aos States foi muito tranquilo, o que acabou por me tranquilizar também.
Agora passaríamos pela Imigração, que foi demorada pela quantidade de gente que havia na fila, mas a “entrevista” não demorou 5 minutos e então estávamos em solo americano pronto para as nossas tão merecidas férias!

Já em Miami, por volta das 23h30 fomos a Hertz buscar o carro que havíamos alugado para irmos a Orlando, e saímos do Aeroporto pouco mais de meia-noite – eu vim dirigindo. Aliás, uma bela de uma caranga: GMC Yokon XL Preta. Foi uma “pequena” viagem de aproximadamente 400km e chegamos no Hotel lá próximo das 5h. Ou seja, mais de 24h acordados viajando, com um ou outro cochilo aqui e ali que não são suficientes para descansar ninguém. Fomos dormir as 6h da manhã e levantamos às 9h para aproveitar o nosso primeiro dia em Orlando.. mas isso a Jac conta para vocês amanhã!
Abraço galera e até mais!

É chegada a hora

Hoje é meu primeiro dia de férias e estamos na pilha, arrumando tudo, pois amanhã, logo às 03:00am, sairemos a caminho do aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

A ansiedade chegou forte, afinal de contas, faz praticamente 1 ano que tivemos nossa primeira conversa sobre a viagem. Tirando meu medo de avião, todo o resto está encaminhado para nossa tão esperada jornada. O próprio Gabriel está super ansioso. Desde o início de setembro, marcava cada dia no calendario, pois não via a hora de viajar. Com certeza será um dos que mais irá curtir a viagem! O único problema de se viajar com criança durante o período escolar é a quantidade de conteúdo que ele perde por ter que faltar (serão mais de 15 dias). Para amenizar o estrago, Jac e eu falamos com a professora dois meses antes da viagem para nos programarmos quanto às tarefas, então ele acabou fazendo muita coisa antes, assim não acumulou.

Bem, a partir do próximo post, estaremos na Florida, e iremos narrar nossas aventuras de lá, através de fotos e dicas do que estaremos aproveitando.

Gostaria de agradecer a todos os parceiros que nos deram dicas de passeios, restaurantes, lugares onde comprar com o melhor preço, quais os melhores dias para cada parque. Com certeza foram dicas muito úteis e com certeza fundamentais para montarmos nosso cronograma. Nosso intuito com o blog agora é contribuir da mesma maneira postando nossas dicas para aqueles que ainda não conhecem este lugar.

Obrigado também aos leitores deste blog, que não são muitos, mas um número considerável e até maior do que esperávamos – verifico os dados através do Google Analytics. As visitas e comentários são importantes para nos empolgarmos a escrevermos aqui, por isso não deixe de aparecer e dizer um Oi, pelo menos.

Um grande abraço e até amanhã – em solo norte-americano.

20121017-172620.jpg

Passagens, hospedagem e todo o resto!

Oi, gente!! Hoje é dia da tal “dona onça” vos escrever no blog =)
Para quem não me conhece, sou Jac, esposa querida, amada e nada mandona do dono deste espaço. Admito que adoro palpitar, por isso sou eu a autora do post sobre o planejamento da viagem.
Hoje é véspera de feriado, e confesso que estou MUITO ansiosa, afinal, falta apenas uma semana para a grande viagem… menos ainda, porque a esta hora estaremos chegando em Miami, na próxima quinta-feira.
 
Bem, depois de toda aquela agitação e apreensão em relação ao Visto, chega a hora de planejar a viagem.
Apesar de o Gu não ter mencionado, antes mesmo de seguirmos com os trâmites legais, as passagens já haviam sido compradas. Em Dezembro do ano passado, meu cunhadinho querido, Matheus, que trabalha em uma empresa norte-americana, e viaja constantemente para países da América Latina a trabalho, recebeu da companhia aérea Avianca um email com uma super promoção: compre milhas e leve o dobro. Isso foi logo quando havíamos decidido que conheceríamos a Disney. Matheus já tinha algumas milhas, e juntamente com um parceiro de empresa, comprou a quantidade necessária para 7 passagens, pois Gabriel, apesar de ser criança, com esta promoção, pagaria como adulto. As passagens eram para o trecho SP-Miami, com escala em Bogotá, por isso teríamos que esperar umas boas horinhas na Colômbia. Ou seja, ficaríamos 1 dia viajando, tanto para ir quanto para voltar. Mas perto do quanto as passagens custariam para nós, isso não seria problema. Não poderíamos perder a tal promoção, afinal as passagens de ida e volta por pessoa ficaram em torno  de R$ 800! Neste momento, definimos as datas, ajustando a agenda de férias de todo mundo, e compramos as passagens. Por este preço, valeria a pena esperar um pouco mais para chegarmos à Florida, mas sabíamos que teríamos que correr para conseguir os passaportes e os vistos, uma vez que havíamos definido data para a viagem! Por isso a correria para agendar tudo o quanto antes, e a necessidade para que nada desse errado.
Como já sabem, tudo correu dentro dos conformes. Tínhamos os passaportes, visto, passagens em mãos e o plano de passarmos 10 dias em Orlando e 3 em Miami, desconsiderando os dias em que viajaríamos. Estava na hora de definirmos como faríamos com hospedagem, aluguel de carros e tickets para os parques.
Inicialmente, pensamos em alugar uma casa em condomínio para a estadia em Orlando, porque, ao nosso ver, ficaria mais barato do que ficar em hotel. Jéssica, minha irmã, ficou encarregada por cotar casas em Orlando. As casas eram maravilhosas, enormes, com piscinas, vários quartos, algumas tinham sauna e playground. Inicialmente, por tudo o que era oferecido, achamos o preço muito bom, mas a voz da sabedoria, também conhecido por “pai”, depois de comentar com amigos que haviam feito a viagem à Orlando havia pouco tempo, perguntou se não seria interessante cotar hotéis também, pela comodidade do café da manhã, serviço de quarto e proximidade dos parques. As casas eram de fato mais afastadas do centro, e o que economizássemos, seria provavelmente gasto com combustível. Foi então que descobrimos, através de indicação, uma agência de viagens de Mauá, que oferecia serviço personalizado. Jé entrou em contato com a responsável, passou nossa intenção, e pediu cotação dos hotéis e dos carros. Além dela, eu resolvi pesquisar se valeria a pena utilizar um serviço de descontos que a IBM oferece para funcionários no mundo todo, inclusive para serviços na Florida. Para a minha surpresa, o serviço da tal agência ficou praticamente o mesmo do que se fechássemos por conta.
Discutimos por um bom tempo se fecharíamos com essa agência e demoramos um bom tempo para decidir. Neste meio tempo, avaliamos os parques que visitaríamos, e optamos pelos tradicionais: Magic Kingdom, Animal Kingdom, Hollywood Studios, Epcot, Sea World, Universal e Island of Adventure. 
Fechados os parques, voltamos para a agência e pedimos que os incluísse no pacote, e em Maio fechamos tudo!
O próximo passo seria o cronograma mais detalhado… mas isso o Gu (ou eu mesma) passará para vocês em breve!
Dica: planejar a viagem com antecedência te permite economizar, pois terá tempo hábil para pesquisar e buscar as melhores opções casando qualidade e preço, além de poder se planejar a fim de quitar todas dívidas antes da viagem!

O Visto

Bom, com o passaporte em mãos, chegava a hora de corrermos atrás do Visto. Este sim foi um processo moroso e que gerou um pouco de desconforto.

A primeira coisa foi enfrentar o famoso DS-160, um formulário eletrônico de solicitação de Visto, bem chato de preencher, pois exige uma série de dados pessoais e profissionais. Pelo que percebi, o correto preenchimento deste formulário é meio caminho andado para o Visto, pois sua entrevista será com base nestes dados. É importante revisar com muita calma as informações inseridas, pois qualquer erro, por menor que seja pode ocasionar recusa no visto.

Com os DS-160 devidamente preenchidos e enviados, agendamos a entrevista para dali a 2 meses. Uma coisa boa é que é possível agendar uma única entrevista para a família, de acordo com grau de parentesco. Por exemplo, uma pessoa consegue agendar um único horário para ela, seu cônjuge, filhos, mãe, pai, irmãos, avós e cunhados. Eu não poderia agendar para meus sogros, mas a Jacque conseguiria fazer isso para todos nós. Só que acabamos agendando duas entrevistas para mesmo dia e horário: uma para Jacque, Gabriel e eu, e outra para cunhada, sogro e sogra. O cunhado não precisou, pois já tinha passado por isso.

Não é obrigatório levar documentos que comprovem o que foi colocado no DS160, mas é recomendado que se prepare uma pasta com tudo o que se possa imaginar. E aí começou a correria. A neura e o medo de não conseguirmos o Visto é tão grande que só faltou colocar peso, altura e para qual time eu torço. Só para terem uma ideia, fizemos uma pasta cada um com os seguintes dados, além da página de confirmação do formulário de solicitação de visto e do comprovante de pagamento da taxa do visto (na época, US$ 140 por cabeça):

  • Cópias de RG, CPF, Carta de Habilitação, Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento;
  • Carteira de Reservista, Título de Eleitor e comprovação de que não havia pendências com a Justiça Eleitoral;
  • IPTU, IPVA, declaração do IR, documento do carro;
  • Cópias dos cartões de crédito, dos 3 últimos meses da fatura destes cartões e dos extratos bancários;
  • Cópias dos boletos escolares do Gabriel, da conta de luz, da conta de telefone, do condomínio;
  • Carta de confirmação de emprego do trabalho juntamente com a Carteira de Trabalho atualizada e holerith;
  • Escritura do apartamento.

Ufa… tudo isso, porque é preciso comprovar que você não vai para os EUA para ficar por lá! Eles querem ter certeza de que você tem laços no Brasil, e que seu interesse é gastar seu dinheiro nos States!

Então, com os passaportes em mãos e todos os documentos devidamente organizados numa mega pasta, partimos para o consulado em São Paulo. A Entrevista estava marcada para as 8:00am, chegamos lá com quase 1h de antecedência e já levamos o primeiro susto: uma baita fila do lado de fora. Entrava somente o povo agendado para o horário das 7:30am, e por isso teríamos que esperar. Passados por essa primeira fila onde nossos passaportes, comprovante da taxa e da solicitação de entrevista foram validados, fomos encaminhados para a segunda fila. Pegamos senha e esperamos a triagem.  Neste segunda, eles olhariam (de novo) o passaporte e o prenderiam com um elástico junto com o comprovante de pagamento da taxa e inseririam um código para seguirmos para a fila da entrevista, e foi aí que demos azar. Entramos na fila da entrevista, e percebemos que nossa ficha não constava com o tal do código. Percebemos isso quando já estávamos na fila fazia quase meia hora. Tivemos que voltar para a primeira triagem, e aguarmos mais uns 20 minutos para o tal código ser liberado.

Fomos para a fila da entrevista. À medida que a fila andava, a ansiedade aumentava. Era comum ver pessoas tendo que entregar pastas como as nossas, e saírem de cabeça baixa, o que significava que o visto havia sido negado. Por mais que não tivéssemos nada a temer, batia o cagaço! Foi então que aconteceu uma parada engraçada: durante os últimos minutos de fila, quando estava quase na nossa vez, começamos a analisar todos os guiches e as expressões dos atendentes. Alguns sorridentes, outros mal humorados, outros com cara de poucos amigos … mas tinha um, dentre os quase 20, que vc olhava pro cara e pensava: ferrou, vai me barrar! E a fila andando e eu e a Jacque comentando: “aquele gringo ali vai barrar a gente.. mas quer apostar quanto que vamos cair com ele?” E não deu outra: caímos no guiche desse cara. Os pais e a irmã da Jacque já estavam fazendo a entrevista, e tudo indicava que iriam conseguir os vistos. Impressionante a nossa expressão a hora que apitou o guiche para o qual nos dirigirmos. Um olhou pra cara do outro e já pensou o pior, afinal, umas duas pessoas não haviam conseguido o visto justo com esse cara. Mas para a nossa surpresa, a entrevista não durou mais de 2 minutos. Ele não pediu nada da pasta ninja. Só perguntou para onde íamos, o que íamos fazer lá e onde trabalhávamos. Pronto! Visto concedido!!!

Voltamos para casa aliviados!

Então seria a hora de vermos as passagens, hotéis, passeios e aluguel de carros!!! Mas isso fica para a próxima!

O Passaporte

Como disse ontem, cá estou eu novamente para continuar a história da viagem a Disney. Hoje, vou falar sobre o passaporte.

Aqui em casa ninguém tinha tirado passaporte ainda e, então, este foi o primeiro passo para viabilizar nossa ida à Disney. A aventura começou aí.

A requisição para o passaporte, apesar de trabalhosa, foi super tranquila. Foi necessário preencher um requerimento no site da Polícia Federal e por lá mesmo já agendar nossas visitas em um dos postos de atendimento da PF no Brasil.

Com a facilidade de se viajar para o exterior, todo mundo hoje tira passaporte. Na época, em Janeiro, a data mais próxima, em Campinas, para dar entrada na Policia Federal era dali 1 mês. A Jacque então viu que em São Paulo havia data disponível para a semana seguinte. Não hesitamos e agendamos, pois estávamos planejando ir em Outubro e não queríamos arriscar, já que demoraria por volta de 3 meses para conseguirmos data para a entrevista do Visto. Fomos logo cedo, numa quarta-feira, super animados. Gabriel teve que ir também. Porém, como praticamente nada nessa vida vem de mão beijada, caímos do cavalo: o sistema estava indisponível e não tinha previsão de retorno. Era esperar ou desistir e voltar para casa sem passaporte. Esperamos por volta de 1 hora e acabamos por vir embora. Teríamos que agendar a visita novamente, sem saber para quando. Então aceitamos o fato de que iria demorar e agendamos para Fevereiro em Campinas, no posto do Campinas Shopping.

No entanto, não satisfeita, dona onça resolveu entrar no site da PF para ver se havia data mais próxima. E não é que tinha?! Mas somente para 2 pessoas. Ela agendou para ela e Gabriel, e eu agendei para uma data mais distante.

No dia da visita, resolvi ir junto com eles e já levei toda a documentação exigida, pensando em dar aquele “migué”. Quando a Jacque entregou a documentação dela e a do Gabriel, perguntei se poderia aproveitar e dar entrada no meu pedido também naquele dia, apesar de o agendamento estar confirmado para dali a 2 semanas. E deu certo! Fomos super bem atendidos pelos profissionais da PF do Campinas Shopping e saímos de lá com os pedidos encaminhados!

Em alguns dias, os passaportes já estavam em nossas mãos! Etapa 1 – Concluída!!

Agora era a vez do Visto ….. mas isso fica para amanhã!!!

Aquele abraço!

Rumo a Disney

Finalmente, depois de praticamente 2 anos, voltarei com meu Blog. Depois de tanto protelar esse retorno, finalmente encontrei um bom motivo para voltar a escrever. Usarei este espaço para registrar minha tão sonhada e esperada viagem aos EUA, mais especificamente Orlando/Disney e Miami, com parada em Bogotá (Colômbia). A ideia, além de registro pessoal de viagem, é dar a oportunidade àqueles que pensam em viajar para lá para que usem este blog para conhecer os preparativos e, claro, acompanhar essa aventura.

Quem nunca sonhou em conhecer a Disney? Confesso que desde pequeno, quando minha irmã foi pra lá, sempre me imaginei conhecendo Walt Disney World e o famoso Mickey Mouse. Mas nunca de fato pensei que iria para lá. Parecia um tanto distante para mim, principalmente quando nos tornamos adulto e priorizamos tantas outras coisas, que lazer acaba ficando para trás. Deixemos de lado o meu, digamos, “receio” de avião.

No ano passado, meu sogro, em um almoço de domingo perguntou “vamos conhecer os EUA?”. Minha cunhada, que estava com viagem planejada para Chicago, gritou “Vamos para a Disney!” E todos nós compramos a ideia e começamos o planejamento em Janeiro.

São Paulo – Bogotá – Miami

Iremos em 7 pessoas – eu, Jacque, Gabriel, sogro, sogra, cunhado e cunhada dia 18 de outubro, com retorno em 31. Para mim será prova de fogo no que se diz respeito à permanência no avião, pois sairemos de São Paulo com escala em Bogotá, e depois partiremos para Miami. De ida, serão mais de 10 horas dentro de um avião, e mais 10 horas na volta. Pensem em um cara preocupado! hehehehe. Mas enfim, nunca escondi esse meu medo, e apesar dos pesares, nunca deixei de viajar de avião por causa dele – o ponto é que nunca passei tanto tempo dentro de uma aeronave. Enfim, eu sofro, mas enfrento, e desta vez não será diferente. Tenho dois amigos pilotos, além da prima da Jacque que é comissária, e vou conversar com eles antes da viagem para fazer uma terapia preparatória. Quero saber tudo sobre turbulência! Paulo C., pago um Happy Hour se você me ajudar! hehehe.

Enfim, espero escrever algo todos os dias. Acho que, para um blog não morrer, ele precisa ter conteúdo dinâmico, mesmo que curto.

A dona onça, também conhecida como patroa ou mesmo esposa, escreve muito bem e também usará este espaço para registrar seus “pensamentos”.

Vocês terão uma boa leitura, com toda certeza!

Acompanhem e, por favor, deixem seus comentários (precisam ser aprovados)!

Um forte abraço.