Archive for the ‘Particular’ Category

A semana

Wednesday, April 15th, 2009

Já que to sem assunto específico, deixa eu falar um pouco da semana. Algumas coisas interessantes aconteceram nos últimos dias.

Quando acabei de ler o livro do Steve Jobs, que comentei no post anterior, veio a oportunidade deu começar a ler um outro livro com foco totalmente diferente. Estou um pouco pra frente da metade do livro O Crepúsculo, um livro de romance que trata de um relação meio que, digamos, proibida. Não vou entrar em detalhes do livro (deixo isso pra Jacque, minha sra, que escreveu muita coisa em seu blog), mas o livro é muito bom e a leitura muito simples. Eu, que não sou acostumado a ler livros, fiquei preso na história. Leiam que vale a pena !!! Saiu até um filme, que passou no cinema aqui no Brasil no final do ano passado, sobre esse 1º livro da saga (tem o 2º que se chama Lua Nova e o 3º que se chama O Eclipse). Quero acabar de ler o livro antes do filme ser lançado em DVD, que pelo que ouvi falar, é ainda nesse mês. Vamos ver !!!

A semana tbm foi agitada no poker. Dois torneios me garantiram uma semana boa e lucrativa. O 1º foi um torneio no PokerStars, com buy-in de 2 dólares e com um field (quantidade de jogadores no torneio) de 180 pessoas. Pela primeira vez ganhei um torneio expressivo com um bom prêmio (pelo menos pro meu nível técnico e financeiro), levando 108 doletas pra conta!!! A sensação de ganhar um torneio desses é muito boa. Quase saí do mesmo por algumas vezes (me lembro de uns 3 ou 4 allins quando era short), mas consegui sobreviver e faturei o torneio de forma brilhante (que exagero, hehehe). O 2º torneio que me rendeu um lucro muito pequeno, mas foi muito bem jogado foi um torneio de 10 doletas no BestPoker. Com um field de 60 jogadores mais ou menos, entrei no ITM (zona de premiação) ficando em 9º lugar, faturando apenas $16,50. Porém, apesar da nona colocação, o que fiquei puto da vida foi que, quando o torneio estava com mais ou menos 16 jogadores e eu estava na 8º posição mais ou menos, a porcaria da minha internet caiu. Isso aconteceu lá pras 00:20 e não podia ligar pra ninguém pra continuar meu jogo. Um amigo meu (Daniel) que estava acompanhando o jogo, tbm ficou sem internet (ambos com a merda do virtua/net). Resumindo: mais ou menos uns 10 a 15 minutos em sitout forçado. Quando o link voltou, eu já tinha caído de 5.5k de fichas para uns 2.2k (acho que era perto disso). Ainda tinham 12 pessoas no torneio e eu era o 11º. Com algumas boas jogadas e vários folds esperando a bolha cair, saí do torneio em 9º lugar. Se não fosse a parada da internet, eu ficaria entre os 5 quase que certeza. Meu jogo tava fluindo bem!!! Mas … são coisas que acontecem e não adianta ficar reclamando. Valew, pois foi tbm a primeira vez que entrei num torneio desse valor. Experiência boa e nível de jogo melhor !!!

E por fim, mudando de assunto completamente, ontem comecei a experimentar um serviço da Apple chamado do MobileMe. Um serviço de Cloud Computing (Computação em Nuvem), que basicamente se refere à um modelo de serviço no qual vc tem informações pessoais, dados, aplicações e outras coisas, tudo concentrado em uma área física ou virtual em um rede e o acesso à esses dados pode ser a partir de qualquer dispositivo que tenha acesso à essa rede.

Vou tentar explicar como funciona me baseando nesse serviço do MobileMe. No momento, estou testando o controle da minha lista de contatos pessoais. Eu fui lá no site desse cara, http://www.me.com, criei uma conta e fiz um upload da minha lista de contatos que tenho em meu computador, ou seja, meus contatos estão nesse momento lá no site. A partir do meu dispositivo móvel (celular), me cadastrei tbm nesse serviço através da internet e mandei sincronizar meus contatos. No mesmo instante, todos os dados que estavam cadastrados lá no MobileMe, vieram direto para o meu celular. E o mais legal, se eu acrescentar um contato no meu aparelho, ele automaticamente vai para o site, de onde vou poder acessar de qq lugar mais tarde. Isso pode ser feito não só com contatos, mas sim com notas ou lembretes, calendário de compromissos, e outros serviços. O serviço não está ainda 100%, pois peguei alguns erros no acesso ao site, mas mesmo assim valew a pena testar. No próximo post, vou falar um pouco mais sobre Cloud Computing e se realmente valew a pena usar o MobileMe.

Então fechou … aquele abraço a todos.

PS: Saudações Corinthianas

Voltando depois de alguns dias (meses)

Friday, April 3rd, 2009

Fala rapaziada, blz??? Finalmente criei coragem (e tbm sobrou um tempo) pra voltar a escrever no blog. Faz tempo desde o último post e, confesso, que fui um pouco relapso quanto ao blog. Simplesmente abandonei-o. Mas ainda bem que minha sra, a Jacque, voltou a escrever tbm no blog dela e ae foi mais um incentivo preu escrever tbm.

Enfim, passado esse meio tempo, muita coisa rolou desde o último post. Saí de férias (fiquei em casa 10 dias praticamente coçando), meu filho fez aniversário de 3 anos de idade, Ronaldo estreou no Timão, muito poker rolou (online e Mocca) e por ae vai … Mas resolvi voltar pq algo inédito aconteceu na minha vida … Calma que o acontecimento é tosco, mas não deixa de ser um motivo. Pelo primeira vez na minha vida (pelo menos que eu me lembre) eu li um livro completo !!!! huaehuaeae. Podem acreditar, jamais tinha lido um livro em minha vida. Nem aqueles em época de escola, quando tinha aquelas aulas de literatura e tal … Nunca !!! Jamais !!! Sem chance deu ler livro. Sempre lia resumos e perguntava pra negada do que se tratava pra fazer as provas. Não me orgulho disso, claro. Até fico envergonhado de falar, mas fazer o que né !??! C’est lá vie !!!

Enfim, juntou a vontade de começar e a oportunidade de ler um livro interessante preu começar nessa nova empreitada. Tudo bem que a literatura desse livro é um pouco técnica, mas não deixa de ser um livro. Aqui está o “culpado”: A Cabeça de Steve Jobs. Um livro que conta um pouco da história desse que é, a meu ver, um dos caras mais (se não o mais) revolucionários da história do mundo da tecnologia. O livro não é uma biografia, mas sim o relato de um editor da revista eletrônica Wired.com, que acompanha Jobs há muitos anos e sempre está por dentro do que acontece na vida de Jobs.

O livro conseguiu me prender à leitura. Afinal de contas, a vida de Steve Jobs dentro da Apple é algo que qq pessoa que vive nesse mundo tecnológico quer saber como é. Tudo bem que o escritor do livro é um aficcionado por Apple e isso já dá pra perceber no começo do livro quando percebemos certos exageros, mas não podemos negar que Jobs é, sim, um cara revolucionário. O papel dele dentro da empresa não é apenas dirigir a Apple, ou fazer propaganda da Apple divulgando seus produtos, ou até mesmo fazer a empresa lucrar … Ele tem papel importante na criação de cada ítem que a Apple vende. Ele participa desde os primeiros rascunhos de vários produtos até sua definição final. Nenhum produto é lançado no mercado sem seu aval. Ele é crítico. Há relatos no próprio livro de que ele, digamos, pega um produto que é apresentado em seu estado final e diz: “- bem, não é isso que eu quero, volte e faça de novo”. As palavras podem não ser essas, mas é isso que ele quer dizer.

Para Jobs, seus produtos não são para o mercado corporativo, mas sim para o pessoal. É por isso que cada produto que a Apple lança, existe a preocupação com a facilidade de uso. Jobs faz questão que seu produto chegue na mão de um leigo, que ele abra, ligue e use de bate pronto. Sem ter que configurar, modificar, instalar coisas, etc … Ele pensa como um leigo quando vão lançar um produto no mercado. Sua intenção é dar prazer para um comprador desde que ele adquiri o produto até o momento que ele começa a usar e, por isso, existe até uma preocupação extra com as embalagens de seus produtos. Alguém que tem alguma coisa da Apple ae, reparou na embalagem? Realmente é uma coisa fora dos padrões normais. Até isso o cara pensa !!!!

Na Apple, ele chega a ser um, quase, ditador. As pessoas tem medo dele, mas ao mesmo tempo, respeito. Existem relatos de que ele, simplesmente sem avisar, começar a andar pelos corredores da Apple, entre em uma unidade qualquer, seja desenvolvimento ou fabricação, chega em um funcionário qualquer e pergunta o que o cara faz. E fica questionando o mesmo pra ver se ele realmente entende o que está fazendo. Lendas urbanas dentro da própria Apple dizem que as pessoas tem medo de entrar no elevador com ele com medo de serem demitidas do nada (dizem que isso já aconteceu … vai saber).

Enfim, não vou prolongar mais. Leiam o livro a aprendem um pouco mais sobre liderança e estratégia de negócios. Jobs é um CEO diferente de qq um que vemos por ae e, com certeza, a leitura desse livro vai fazer vc pensar tbm diferente. Provavelmente vou ouvir pessoas dizendo que virei fã boy da Apple. Perae !!! Tenho sim alguns produtos da Apple, mas sei que não existe só ela no mundo. :-)

E como essa idéia de ler um livro foi boa, agora já entrei numa outra jornada. Indicação da Jacque, mudei o foco e agora comecei a ler uma trilogia de uma história de ficção: Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse. To ainda no comecinho do primeiro livro, mas já vi que é maneiro. Resta saber se vou dar conta.

É isso ae então … Tá dado o recado.

Abraços e, por favor, comentem !!!

Dicas de podcasts

Friday, December 19th, 2008

Vou colocar aqui a relação dos 4 podcasts que costumo ouvir e seus respectivos blogs/sites. Vale a pena conferir:

- Papotech - Popdcast de Tecnologia. O mais antigo que escuto.

- Nerdcast - Podcast de Nerds. Assuntos variados e muitas, mas muitas risadas !!!

- Rodrigo Merino - Podcast de Tecnologia. O foco principal é a Apple e seus produtos.

- LostinLost - Podcast sobre LOST. Muito bem desenvolvido pelo Carlos Alexandre Monteiro. Pra os fãs da série, esse é o melhor blog para acompanharmos as novidades.

Final de ano tá foda para postar. Ae resolvi colocar isso só pra não passar em branco !!! hehehe.

Abraços.

Vendo Notebook

Tuesday, November 11th, 2008

Ae rapaziada, to vendendo um notebook. Segue as configurações do mesmo:

- Marca: Amazon PC

- Processador: Intel Core Duo 1.6GHz

- Memória: 1GB DDR2 (2×512MB)

- HD: 120GB SATA

- Vídeo: Intel GMA 950 (expansível até 224MB)

- Gravador de CD/DVD

- Tela de 15.4″ Widescreen

- Rede e Wi-Fi integrados

- Leitor de cartões de memória SD, MMC e MS

- Som onboard

- Câmera embutida no monitor de 1.3Mp

- 1 ano e meio de uso e nunca deu problema

Preço: R$1.300,00

Alguns sites que vendem o cara:

- http://www.submarino.com.br/produto/10/1695142/?franq=102414

- http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1970356&PAC_ID=6297

A diferença entre o meu e os citados acima é que fiz upgrade de memória e HD.

Interessados, por favor me mande um e-mail no gamoraes@gamoraes.com.br.

[]’s

Criando um monstro

Thursday, October 30th, 2008

Hoje li um texto muito bom sobre a educação que devemos dar, principalmente, aos nosso filhos. O texto fala basicamente sobre o “NÃO”. Isso mesmo, sobre como, quando e pq devemos falar não sem hesitação. Como tenho um filho de 2 anos e meio mais ou menos, achei bem conveniente a leitura. Segue o texto do jeito que me foi enviado pelo Denis, um truta meu !!! Deixei o nome da autora para constar que não é obra minha, mas sim uma divulgação do seu texto (aliás, não sei nem se o nome da criadora do texto é real, mas vai assim mesmo).

Criando um monstro

(Karina dos Santos Cabral)

O que pode criar um monstro?

O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada?

Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência?

Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade?

O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns,

assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?

O rapaz deu a resposta: “ela não quis falar comigo”. A garota disse não, não quero mais falar com você.

E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.

Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.

Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros não’s nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19.

Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.

Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde,

com sorte, já tinha escapado com vida.

Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.

Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal

seqüestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.

Simples assim. N Ã O.

Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de não’s.

Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.

Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ).

Pessoas têm medo de dizer não aos amigos.

Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros.

Talvez alguns não cheguem a seqüestrar pessoas.

Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco.

Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.

Os pais dizem, “não posso traumatizar meu filho”. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos.

Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes.

Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho.

Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos.

Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei.

Não, você não vai passar a madrugada na rua.

Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação.

Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos.

Não, essas pessoas não são companhias pra você.

Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.

Não, aqui não é lugar para você ficar.

Não, você não vai faltar na escola sem estar doente.

Não, essa conversa não é pra você se meter.

Não, com isto você não vai brincar.

Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.

Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles.

E aí, no primeiro não que a vida dá (e a vida dá muitos) surtam. Usam drogas.

Compram armas. Transam sem camisinha.

Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.

Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário.

Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranqüilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não.

Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.

E quem ouve uns não’s de vez em quando,também aprende a dizê-los, quando é preciso.

Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os não’s que recebo.

Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor.

E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

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Valew ou não a leitura ??? Comments, please !!!

[]’s